quinta-feira, 16 de abril de 2009

Trail des Citadelles




Lavelanet - Pays d'Olmes - Ariège - Pyrénées
Dimanche 12 avril 2009
X edição da prova na versão de 73 km.
Despertar às 5 horas, dar o último toque no equipamento preparado na véspera, tomar o pequeno-almoço oferecido pela organização e saltar para a partida dada às 6 horas ainda de noite. Eram 350 atletas dispostos ao maior dos esforços para cumprirem o circuito de 73 km e chegarem a Lavelanet de novo antes de se passarem 11 horas de prova. Caía uma chuva rarefeita e nevava nos pontos mais altos da serra, mas nada que nos desmotivasse do nosso objectivo. Aos 18 km atingimos a aldeia de Bélesta - o primeiro abastecimento muito bem fornecido de bens alimentares, incluindo a sopa de massa. Os percursos pautavam-se por estarem completamente cheios de lama devido à chuva e neve dos últimos dias. O segundo troço terminava no km 33 para abastecer na aldeia chamada Fougax. A terceira parte da prova com final em Montferrier aos 48 km com controle de passagem no cimo do Chateaux de Montségur - a mais famosa cidadela da região. O próximo abastecimento estava situado no km 63 num local chamado Roquefort. Esta parte continha a passagem bem lá no alto do monte, na segunda cidadela muito em ruinas de seu nome Roquefixade. Restava-nos os derradeiros mais custosos 10 km para alcançar o ponto de partida: Lavelanet.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Maratona de Badajoz

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

PR9 - Trilho dos Canos de Água

Roteiro da caminhada:
O "Trilho dos Canos de Água" percorre a zona sul da Serra de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
Trata-se de um percurso pedestre sinalizado (PR 9), que foi implementado, em meados de 2003, pelo Grupo de Montanhismo de Viana do Castelo.
O percurso tem início no miradouro em frente da Igreja de Santa Luzia, aonde se encontra um painel alusivo ao percurso. Logo daí podemos observar uma das mais belas panorâmicas costeiras de Portugal, avistando-se no nosso horizonte Viana do Castelo, a costa atlântica, o vale do Rio Lima e áreas envolventes.
Segue-se por caminhos florestais, maioritariamente a descer, na direcção Norte, até chegarmos a dois arcos de pedra, os designados Arcos do Fincão. No parte superior destes passam canos de água, que é captada em minas da serra e que continuam ainda hoje a aprovisionar depósitos de Viana. Prosseguimos caminhando por cima dos respectivos canos de água, e em breve passaremos por um moinho e antigas minas de águas abertas na rocha.

Foto do dia de inauguração do percurso -
26 de Julho de 2003 pelo Grupo de Montanhismo de Viana do Castelo.

O caminho, efectuado ainda por cima dos canos de água passa a ser ascendente e mais à frente podemos ver as ruínas da "Azenha Velha" (e, em tempo de chuva, uma queda de água). Passamos pelo lugar de S. Mamede (freguesia de Areosa), com a sua capelinha onde no mês de Agosto se realiza a Festa do Mel. Umas centenas de metros vemos uma indicação da existência nas imediações de uma capela "Aldeia Velha", hoje em ruínas, local da origem do povoado de S. Mamede.
Passa-se junto do marco geodésico da "Bouça do Frade" até se chegar ao "Alto do Frade", onde no edifício aí abandonado, foi projectada a instalação de um posto de controle aéreo durante a 2ª Grande Guerra - Casa do Radar (casinha dos aviões). No piso superior deste edifício desfruta-se de uma bela panorâmica sobre a cidade de Viana e o vale do Rio Lima.

O caminho florestal é agora descendente até se chegar à casa florestal da Carreira de Tiro, local onde existe um novo miradouro com vista sobre o mar. Passa-se depois junto da "Citânia de Santa Luzia", que é conhecida localmente por "Cidade Velha". Trata-se de um dos castros mais conhecidos e importantes (proto-história e romanização) do Norte de Portugal.

Prossegue-se até chegarmos de novo à Igreja de St Luzia, final deste percurso. No seu zimbório, podemos admirar mais um belo quadro paisagístico do litoral minhoto.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

PR7 - Nas Escarpas da Mizarela

A abrir este 2009 da melhor forma, não há nada melhor do que esticar as pernas marchando num local muito aprazível como a Freita.
Desta feita, o percurso nomeado para iniciar o ano foi o PR7 - Nas Escarpas da Mizarela.

A Frecha da Mizarela é uma queda de água do Rio Caima com mais de sessenta metros de altura, em pleno rochedo granítico do planalto da Serra da Freita, a uma altura de cerca de 900 metros, próxima da povoação de Albergaria da Serra, concelho de Arouca, inserida numa paisagem montanhosa de muita beleza.

O PR7 inicia-se no Parque de Campismo do Merujal e, depois de se aproximar ao Miradouro no topo da Fraga onde se precipitam as águas do Rio Caima, começa-se a acentuada descida por escarpas, sempre na margem direita deste rio até atingirmos a aldeia de Ribeira.

Uma vez chegados à Ribeira, depára-se-nos uma ponte nova mas frágil com a indicação: "3 pessoas de cada vez". Passa-se para a outra margem e, agora, é subir o desnível que descemos também por trilhos de dificuldade média/alta.


Este itinerário é um percurso de pequena rota marcado nos dois sentidos, segundo as normas da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal.
Distância a percorrer: 8 km
Duração do percurso: 3h30
Desniveis: descidas e subidas de forte inclinação.
Desnivel acumulado: 680 m


quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

MARATONA DO PORTO

Mais uma prova grande para o meu palmarés, e desta feita em casa, que dá mais entusiasmo correr ao lado dos meus colegas campeões. Obrigado para eles que me "ajudaram" a chegar à meta mais folgado. Abraço para todos vós. Fernando.

domingo, 20 de julho de 2008

5º Aniversário do Clube Porto Runners

...e assim foi festejado pelos seus sócios-praticantes mais um ano de vida para o nosso clube. Da mesma forma, no mesmo local aprazível, quase todos nos reunimos para celebrar e desejar muitas actividades no futuro. Contam-se histórias do passado, comenta-se a prova da semana anterior, que por acaso foi a 3ª edição do ULTRA TRAIL SERRA DA FREITA, aonde o PORTO RUNNERS conseguiu o número de participantes record a nível de todos os clubes. E fala-se de objectivos para os anos seguintes.
...acima de tudo um salutar convívio. Até ao próximo ano.